O mês de dezembro foi e o de janeiro está sendo muito corrido.
Neste periodo concluí um quadrinho sobre a vida de Auxiliadora Braga, que usou da linguagem das HQ's para narrar parte de sua vida, e assim reunir e presentear os familiares no dia do seu aniversário.
Também teve início a organização do Bloco do Jacaré do Açude Velho, no qual sou um fundador. Esse ano vai ser muito interessante e a participação das pessoas será superior a do ano passado, ano de fundação do bloco. O blog já conta com um link e uma página no facebook. O endereço é http://jacaredoacudevelho.blogspot.com/
Junto a isso também estou trabalhando na animação Fuga em Ré Menor para Kraunus e Pletskaya, da Otton desenhos animados.
Por isso a demora em postar algo, e por isso o Baratão nunca mais deu as caras. Mas em fevereiro ele vai voltar com tudo. Espero!
=D
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
sábado, 24 de dezembro de 2011
No mês de dezembro foi realizada em João Pessoa, Paraíba a Exposição de Artes Visuais do Festival Mundo 2011 na Galeria Archidy Picado no Espaço Cultural José Lins do Rego, Tambaú, e o Coletivo WC expôs um trabalho coletivo com dos artistas: Igor Tadeu Samuel Gois Jorge Elô Thiago Ca Leal Will Simões, Thaïs Gualberto e Ricardo Jaime.
Baseamos a nossa exposição num famoso quadro de René Magritte (“Ceci n’est pas une pipe”). O nosso personagem (fisicamente inspirado no Samuel por ser o nosso membro mais facilmente desenhável e reconhecível) começa uma viagem psicodélica depois de fumar um cachimbo. No fim o efeito passa, mas ele novamente, volta a fumar o cachimbo para continuar viajando.
http://coletivowc.com.br/2011/12/24/coletivo-wc-no-festival-mundo-2011/
domingo, 27 de novembro de 2011
terça-feira, 8 de novembro de 2011
Pequeno perfil de um cidadão comum (Belchior)
Fiz uns quadrinhos tendo a música "Pequeno perfil de um cidadão comum" de Belchior como roteiro. Eles foram usados em uma aula para capacitação de professores do ensino médio, onde explorei a ideia do uso dos quadrinhos no ensino.
domingo, 30 de outubro de 2011
terça-feira, 25 de outubro de 2011
domingo, 23 de outubro de 2011
Ceci n'est pas une wisky
Ganhei este desenho de presente de aniversário do Baratão do meu amigo e aluno de desenho, além de cineasta, Erik Medeiros.
Achei muito massa, ele vem desenvolvendo bastante.
Valeu Erik, ficou massa!
Achei muito massa, ele vem desenvolvendo bastante.
Valeu Erik, ficou massa!
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
Homenagens ao Baratão
Ontem ainda recebi mais materiais em homenagem ao aniversário do Baratão!
Obrigadão Galera!!!!
Obrigadão Galera!!!!
terça-feira, 11 de outubro de 2011
Aniversário do Baratão
Hoje é um dia muito especial. Exatamente neste mesmo dia, há cinco anos atrás, era publicada aqui a primeira tirinha do Baratão. Não imaginava que ele poderia ir longe, afinal existia outros personagens aqui no blog, alguns até mais velhos.
Mas ele chegou para tomar seu lugar de direito. Aos poucos, foram surgindo tirinhas suas, e o público também fez sua parte, sempre perguntando quando novas tirinha dele viriam ao ar. Confesso que não fui um pai dedicado neste período como deveria ser. Produzi apenas 90 tirinhas, um número irrisório, porém, foi o suficiente para que ele se tornasse tatuagem (uma fã o fez nas batatas da perna, junto com a Judity), personagem de um conto publicado este ano e alguns painéis que coloquei pela cidade.
Embora algumas pessoas me associem ao personagem, nunca fui e nunca conseguirei ser ele. Ele está além dessa condição humana, e a forma como ele vê o mundo reflete, por fim, o ataque feroz à hipocrisia da nossa sociedade contemporânea.
Neste aniversário do Baratão, quis dar um presente a ele, a mim e aos visitantes do blog. Pedi aos amigos cartunistas e quadrinhistas para produzir uma tirinha a ser postada hoje, em sua homenagem. Fiquei muito emocionado com o que recebi, e compartilho logo abaixo. Muito obrigado a todos o amigos que participaram, ainda mais por ter feito o pedido ontem, muito em cima da hora. Alguns ainda estão em produzindo devido ao prazo curto em que entrei em contato e, por isso, pretendo postar mais tirinhas ainda essa semana!
Parabéns Baratão!
A seguir um texto escrito por meu amigo Oscar Will Simões Oscar!
Baratão
Cinco anos de “Barato” total
By Oscar W!ll Simões
No idos de 1980, auge da então “Guerra Fria” (a mútua desconfiança entre americanos e soviéticos de quem ia começar a 3ª guerra primeiro), surgiu entre tantas questões sem sentido (como em qualquer e toda guerra) uma questão que intrigou os cientistas de ambos os lados; No caso de um iminente ataque nuclear, quem sobreviveria ? Ou indo mais longe, o que sobreviveria ?!.
Dois seres apenas alçaram o topo da lista, felizmente, nenhum deles humanos, foram eles: Os escorpiões e as baratas. O “item” primeiro causou calafrios na comunidade cientifica e mundial, imagine depois de uma guerra nuclear, surgir num planeta sequelado pela radiação, escorpiões venenosos expostos a mutações e sabe-se mais o que. O segundo no “ranking” as baratas, foi causa de espanto, e até uma certa “admiração”. Como uma criatura que morre ao primeiro sinal de acido bórico (ou uma chinelada), sobrevive a uma hecatombe nuclear sem precedentes ?!.
Bem, a resposta até então encontrada foi a capacidade deste ser (a barata) se entranhar de tal forma em frestas e em tamanha profundidade que a radiação não a alcançaria com facilidade. Outra característica salvadora seriam a capacidade de seus “pulmões” a ambientes hostis.
Fiquemos com a primeira das características para explicação, por que é nos “subterrâneos” que a psicanálise também tenta explicar que as pessoas que tem medo de “barata”, supostamente , escondem seus “medos e desejos” bem lá embaixo (pra ninguém ver ou saber).
O personagem de tiras em quadrinhos “Baratão”, “sui generis” criação do multi-artista Jorge Êlo, e que hoje completa hoje 5 anos é assim, ele expõe o que existe de mais “profundo” em nosso subconsciente e que muitas vezes jogamos para dentro das frestas do medo e da falsa moral. Ele traz a tona todo esgoto de nossos desejos mais secretos, enfim, o que nos torna mais humanos.
Completando cinco anos e com gás (metano!?) para mais uns 50 ou 100, o Baratão esta lá, no ponto mais profundo de todos nós, fazendo graça e botando hipocrisia pelo ralo.
Parabéns Baratão, ao irmão de traço Jorge Elô. E digo, prefiro encontrar “baratas”, caso o mundo seja destruído um dia, ao menos seremos duas e terei alguém pra conversar.
Abraços fraternos,
Oscar W!ll Simões (Oscar) Artista Gráfico autoral, autodidata, nascido em Campina Grande, PB. Integrante e colaborador do Coletivo WC Webcomics, agitador cultural, com trabalhos selecionados e premiado em salões de humor e mostras de ilustração nacionais e internacionais.
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
domingo, 25 de setembro de 2011
sábado, 24 de setembro de 2011
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
sábado, 10 de setembro de 2011
O conto do Baratão
O Baratão saiu da esfera das HQ's e se transformou num protagonista de um conto, que foi premiado no 2° Prêmio de Literatura da FUMEC - MG. A autora usou o universo do Baratão para construir um universo próprio, autêntico e muito interessante. Abaixo um trecho do conto. Ele completo, pode ser visto neste Link
O conto do Baratão
Por M. Mayona
Acordou certo dia, depois de um sono conturbado, insetificado. Não sabe, seguramente, como aconteceu. Desesperou-se por um momento, ao pensar na subsistência. Como seria dali pra frente? Nesse dia não saiu de casa. Ficou matutando a experiência, essa metamorfose, lembrou-se dos filmes a que já havia assistido e dos livros que já tinha lido. Julgava impossível que essas coisas acontecessem na vida real.
Depois de muito pensar, e de criar coragem, achegou-se ao espelho do quarto. Ele era grande, de maneira que poderia ver-lhe todo o corpo. Fitou-se com sofrimento. Achou-se repugnante. Tocou levemente as antenas, com asco. Nisso, apercebeu-se das mãos, digo, patas. Viu que tinha um par a mais que os humanos. Tentou manejar coisas com elas.
Acendeu um cigarro, pegou um livro de poemas, uma garrafa de vinho e uma camisa. Espantou-se com a habilidade que agora tinha. Embebedou-se sentado na cama, recitou alguns poemas de Rimbaud, caindo de repente de patas no chão, e, deslizando como a barata que era, percorreu todo o quarto, todo; subiu pelas paredes e enxergou tudo por outras perspectivas. Sentiu-se bem, afinal. Podia beber, podia ler, podia fazer tudo, só que num corpo de inseto. Tentou uns acordes na guitarra, fez uns solos melódicos. As patas de barata não o impediam de fazer nada! Nada! Dormiu, finalmente.
(...)
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
terça-feira, 2 de agosto de 2011
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