quarta-feira, 12 de novembro de 2008
terça-feira, 11 de novembro de 2008
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
HISTÓRIA EM QUADRINHOS EM ADESIVOS
Estou desenvolvendo uma história em quadrinhos do Baratão que pretendo lançar em adesivos. Serão vinte ao todo, e quando combinados em seqüência, irão compor uma narrativa em Quadrinhos.
Como poderão ser adquiridos separadamente, em ordem aleatória, ficará a cargo da originalidade de quem adquirir o adesivo compor essa narrativa. Poderá fazê-la da forma que quiser, seja com os vinte adesivos ou com apenas nove, por exemplo. A seqüência temporal também poderá ser alterada, com o início tomando o lugar do meio, deixando tudo começar pelo fim. As possibilidades de combinação são gigantescas, assim com as potencialidades da linguagem das Histórias em Quadrinhos.
Logo aviso como será possível conseguir os adesivos. Enquanto isso, postei os três primeiros que já se encontram prontos.
segunda-feira, 3 de novembro de 2008
ILUSTRAÇÃO PARA A "I CONFERÊNCIA LIVRE DE ARTE E CULTURA", EVENTO ORGANIZADO PELO M.A.RC.O. (MOVIMENTO ARTÍSTICO CULTURAL ORGANIZADO)

PS. A Conferência Livre deverá ocorrer, provavelmente, no fim deste mês de novembro.
A criação desta ilustração girou em torno do nome do evento. Fiquei martelando com ele em minha cabeça por dias, repetindo aonde quer que fosse “I Conferência Livre de Arte e Cultura”, no intuito de imaginar uma imagem que representasse esse evento. A primeira coisa que pensei foi o fato de conferências agregarem pessoas. Sendo assim, a idéia de diversas pessoas reunidas deveria estar presente na arte. A solução que tive foi exatamente de colocar uma cidade ao fundo, pois sei que a o motivo principal da conferência é movimentar a cena cultural da cidade, reunindo artistas que produzem e vivem em Campina Grande. Junto à cidade, coloquei elementos que fazem referência a essa produção artístico-cultural, como o violão, o pincel, o holofote, a câmera e a televisão (com o logo do M.A.R.C.O., deixando explícito quem organizou o evento). Esses elementos englobam as diversas expressões artísticas que estarão presentes na conferência.
Já as cores “quentes” foram usadas em referência a agitação, euforia e calor humano que um evento desse tipo possui.Porém, o que mais me agradou no nome do evento foi exatamente a ênfase à liberdade que ele comporta. Por ser uma conferência LIVRE, acreditei que essa liberdade deveria ser bem representada na ilustração. Desta forma, me utilizei de dois temas comuns na arte para a representação da liberdade: a nudez e o vôo. Uma mulher voando nua em direção a uma cidade que pulsa arte e cultura foi o motivo que precisava para conclusão do meu trabalho. Fiquei muito satisfeito com o resultado. Abraços!
sexta-feira, 31 de outubro de 2008
DESENHO FEITO POR OTÁVIO FANTINATO E JORGE ELÔ
quarta-feira, 29 de outubro de 2008
terça-feira, 21 de outubro de 2008
Por que trabalhar com releituras de pintores clássicos? - Discurso de abertura da exposição “CLÁSSICOS À NANQUIM”.
As obras dos artistas clássicos sempre foram uma temática que me interessaram. Porém, tenho que confessar que a idéia da exposição ocorreu meio por acaso. Acontece que minha esposa Oziella também é uma grande apreciadora da pintura, e desta forma, decidi produzir algumas releituras para ela. No começo, fazia em folhas A4, sem muitas pretensões estéticas, somente para presenteá-la. Após a execução de três gravuras, ela sugeriu que poderíamos fazer uma exposição, e a partir de então, passei a realizar as releituras em papel A3 Canson, utilizando-me apenas de lápis, borracha e uma caneta nanquim 0,5. Nada mais.
A escolha pelo uso do mínimo recurso possível estava ligada à idéia de que a arte não precisa ser elitista para ser bela e nem o artista necessita ser um privilegiado, nascido em berço de ouro. Acredito que a arte está ao alcance de todos àqueles que possuem sensibilidade para se expressar, independente da classe social ao qual estejam incluídos. O mesmo vale para o público que irá prestigiar a exposição, pois acreditamos que a partir desta, diversas pessoas poderão ter o primeiro contato com o universo da pintura clássica universal. Não é justo que somente um grupo seleto (denominado de “elite intelectual”) tenha acesso à emoção presente nos quadros dos pintores clássicos.
A escolha do tema também engloba uma crítica que faço ao estilo conhecido como Arte Contemporânea, que costumo chamar de “Arte Decorativa”. Trata-se do estilo que sofreu a influência de Marcel Duchamp, artista francês que viveu no início do século XX. A partir de então, telas abstratas, repletas de cores, passaram a ser consideradas arte e o universo do artista se estendeu a tudo que estivesse ao alcance de suas mãos. Ele passou a explorar diversos materiais e maneiras de criar, chegando ao absurdo do que hoje é conhecido como ‘Instalação’. Na verdade, o problema nem se encontra nessa transformação do artista e sim na frivolidade de suas obras e, acima de tudo, na falta de compromisso em ser compreendido. Como exemplo disso, encontramos na exposição uma releitura de Lèger, do seu quadro intitulado “Composição com Folha”. Tive a preocupação de colocar um artista como Lèger para que o público perceba os antagonismos entre seu quadro e os diversos outros presentes na exposição.
Quando tentamos fazer uma analogia com um artista como Van Gogh, que produziu mais de 800 obras e vendeu somente uma em vida, pode-se entender perfeitamente minha crítica. Embora recebesse pouca atenção em sua época, a dedicação dele foi total, ele acreditava no que fazia como eu acredito, posto que podemos perceber fragmentos de sua vida em suas obras, assim como em cada quadro exposto, está uma parte de mim e daquilo em que creio. Contraditoriamente, não consigo encontrar sentimento nas pinturas atuais. Talvez Lucian Freud. Parece-me que a ganância da vida contemporânea acabou por dissolver a arte em algo fugaz, vazio, com a única pretensão de que seja vendável.
A escolha das obras teve como primeiro critério a possibilidade da transição da técnica a óleo para a técnica a nanquim. Nem todos os artistas que gosto daria para fazer essa transição. Turner é um desses exemplos. Outro critério foi a importância histórica do artista retratado. Se bem que nem todos os artistas seguiram esse critério. Kunyoshi, por exemplo, pintor de estampas japonesas, talvez nem seja tão conhecido, mas foi escolhido pelo talento que possuía. Por fim, acredito que o que predominou foi de fato a possibilidade de transição entre as duas técnicas.
Creio que Clássicos à Nanquim fará com que diversas pessoas que não conhecem as pinturas clássicas passem a conhecer e procurem se aprofundar no tema. Este é o meu maior desejo. Mas o principal é que essa exposição é fruto exclusivo do esforço de Oziella e meu. É verdade que contamos com o patrocínio das molduras e folderes da UEPB, além de alguns apoios para o vernissage, porém as idas e vindas que ocorreram até que a exposição se concretizasse não foram fáceis. A elaboração das obras custou-me quatro meses. Os outros cinco meses foram de batalhas para colocar as obras expostas. E acreditem, embora tenha passado três dias diante de uma obra para deixá-la pronta, nada foi mais difícil do que encontrar apoio para executar essa exposição aqui em Campina Grande.
A escolha pelo uso do mínimo recurso possível estava ligada à idéia de que a arte não precisa ser elitista para ser bela e nem o artista necessita ser um privilegiado, nascido em berço de ouro. Acredito que a arte está ao alcance de todos àqueles que possuem sensibilidade para se expressar, independente da classe social ao qual estejam incluídos. O mesmo vale para o público que irá prestigiar a exposição, pois acreditamos que a partir desta, diversas pessoas poderão ter o primeiro contato com o universo da pintura clássica universal. Não é justo que somente um grupo seleto (denominado de “elite intelectual”) tenha acesso à emoção presente nos quadros dos pintores clássicos.
A escolha do tema também engloba uma crítica que faço ao estilo conhecido como Arte Contemporânea, que costumo chamar de “Arte Decorativa”. Trata-se do estilo que sofreu a influência de Marcel Duchamp, artista francês que viveu no início do século XX. A partir de então, telas abstratas, repletas de cores, passaram a ser consideradas arte e o universo do artista se estendeu a tudo que estivesse ao alcance de suas mãos. Ele passou a explorar diversos materiais e maneiras de criar, chegando ao absurdo do que hoje é conhecido como ‘Instalação’. Na verdade, o problema nem se encontra nessa transformação do artista e sim na frivolidade de suas obras e, acima de tudo, na falta de compromisso em ser compreendido. Como exemplo disso, encontramos na exposição uma releitura de Lèger, do seu quadro intitulado “Composição com Folha”. Tive a preocupação de colocar um artista como Lèger para que o público perceba os antagonismos entre seu quadro e os diversos outros presentes na exposição.
Quando tentamos fazer uma analogia com um artista como Van Gogh, que produziu mais de 800 obras e vendeu somente uma em vida, pode-se entender perfeitamente minha crítica. Embora recebesse pouca atenção em sua época, a dedicação dele foi total, ele acreditava no que fazia como eu acredito, posto que podemos perceber fragmentos de sua vida em suas obras, assim como em cada quadro exposto, está uma parte de mim e daquilo em que creio. Contraditoriamente, não consigo encontrar sentimento nas pinturas atuais. Talvez Lucian Freud. Parece-me que a ganância da vida contemporânea acabou por dissolver a arte em algo fugaz, vazio, com a única pretensão de que seja vendável.
A escolha das obras teve como primeiro critério a possibilidade da transição da técnica a óleo para a técnica a nanquim. Nem todos os artistas que gosto daria para fazer essa transição. Turner é um desses exemplos. Outro critério foi a importância histórica do artista retratado. Se bem que nem todos os artistas seguiram esse critério. Kunyoshi, por exemplo, pintor de estampas japonesas, talvez nem seja tão conhecido, mas foi escolhido pelo talento que possuía. Por fim, acredito que o que predominou foi de fato a possibilidade de transição entre as duas técnicas.
Creio que Clássicos à Nanquim fará com que diversas pessoas que não conhecem as pinturas clássicas passem a conhecer e procurem se aprofundar no tema. Este é o meu maior desejo. Mas o principal é que essa exposição é fruto exclusivo do esforço de Oziella e meu. É verdade que contamos com o patrocínio das molduras e folderes da UEPB, além de alguns apoios para o vernissage, porém as idas e vindas que ocorreram até que a exposição se concretizasse não foram fáceis. A elaboração das obras custou-me quatro meses. Os outros cinco meses foram de batalhas para colocar as obras expostas. E acreditem, embora tenha passado três dias diante de uma obra para deixá-la pronta, nada foi mais difícil do que encontrar apoio para executar essa exposição aqui em Campina Grande.
quinta-feira, 16 de outubro de 2008
domingo, 28 de setembro de 2008
quarta-feira, 10 de setembro de 2008
Desenho para Ong Menina Feliz
quinta-feira, 21 de agosto de 2008
Ilustração do COBREFIL

Ilustração que elaborei para o cartaz do Congresso Brasileiro dos Estudantes de Filosofia (COBREFIL), realizado aqui na cidade, no mês de julho de 2008. As personagens são, da esquerda para direita, Platão, Ranah Arendt e Kant. Os três filósofos foram dispostos de maneira semelhante às esculturas de concreto que representam os Tropeiros da Borborema - situadas às margens do Açude Velho e símbolos de Campina Grande.
quarta-feira, 6 de agosto de 2008
quarta-feira, 23 de julho de 2008
terça-feira, 22 de julho de 2008
sexta-feira, 18 de julho de 2008
terça-feira, 8 de julho de 2008
DESENHO FEITO NO VAI E VEM DO FIM DE SEMANA
sexta-feira, 4 de julho de 2008
NON-SEQUITUR

A Non-Sequitur é uma das seis categorias – dentre diversas outras possíveis - das transições quadro-a-quadro das histórias em quadrinhos, analisadas por Scott McCloud em seu livro Desvendando os Quadrinhos.
Neste livro, que se utiliza da própria linguagem dos quadrinhos para analisar a linguagem dos quadrinhos, McCloud mostra-nos que as transições de tema, tempo e espaço, ocorridas entre um quadro e outro, são imensas. E assim escolhe incluí-las em seis categorias distintas de transição:
- momento-a-momento
- ação-para-ação
- tema-para-tema
- cena-para-cena
- aspecto-para-aspecto
- Non-sequitur
A transição Non-sequitur seria caracterizada pela falta de qualquer seqüência lógica entre um quadro e o outro lhe segue, seja no tema, no espaço ou no tempo. Porém, para McCloud, “essas transições podem não fazer ‘sentido’ de uma forma tradicional, mas algum tipo de relação acaba se desenvolvendo”. Desta forma, “criando uma seqüência de duas ou mais imagens, nós damos a ela uma identidade, forçando o leitor a considerar essas imagens como um todo”.
Fiquei fascinado pelas possibilidades que esse tipo de transição oferece. Decidi assim fazer algumas tirinhas utilizando-me deste recurso. Esta é a primeira de algumas. Claro que os desenhos possuem um significado para mim, e também criei várias possibilidades de relações entre eles. Mas prefiro não falar nada sobre isso. Vou deixar que vocês próprios criem seus significados e relações para esta tirinha. Deixo que sejam os autores.
quarta-feira, 2 de julho de 2008
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